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Promoção

July 21, 2008

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

Pro pessoal de Fortaleza…

July 2, 2008

Palestra gratuita
COMO PASSAR EM PROVAS E CONCURSOS – WILLIAM DOUGLAS
O CURSO SENTIDO UNICO TRARÁ GRATUITAMENTE A FORTALEZA O DR. WILLIAM DOUGLAS , QUE MINISTRARÁ A PALESTRA COMO PASSAR EM PROVAS E CONCURSOS.

LOCAL: IGREJA DA PAZ -HORÁRIO: 19h- 22/07/2008
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organização: sentido unico

ERP Uma visão geral

June 18, 2008

Pra quem estava procurando um texto sobre ERP e nem sabia o que seria isso,como eu,então ai vai uma boa dica que foi publicada no site Linha de Código:

Uma visão geral sobre ERP

Publicado em: 18/06/2008

ERP significa Enterprise Resource Planning, ou seja, planejamento de recursos empresariais. É um sistema integrado de gestão que trabalha com regras de negócios. Ele garante redução de custos e eficiência na integração de processos de negócios.

ORIGEM

Com o surgimento da globalização, o clima de concorrência entre as empresas mundiais ficou muito acirrado. Por esse motivo, essas empresas para se manterem à frente de seus concorrentes, descobriram na tecnologia de informação um braço muito forte para garantir a vantagem competitiva.

Em meados dos anos 60, surgiu uma ferramenta chamada MRP I – Material Requirement Planning. Essa ferramenta apenas fazia o cálculo de necessidades de compras e através de previsões de vendas e de seus estoques, também fazia o cálculo de necessidades de produção. Porém, com o tempo, sentiu-se a necessidade de uma ferramenta que não apenas mostrasse o que comprar e o que produzir, mas também quem, quando e com quais recursos produzir. Dessa forma, surgiu o MRP II – Manufacturing Resources Planning, ou seja, planejamento dos recursos da manufatura.

Porém, com o passar dos anos, o mercado sentiu a necessidade de uma ferramenta que além do MRP I e MRP II, também cuidasse dos processos de negócios. Com isso, surge o ERP, uma ferramenta de apoio às operações e aos processos composta pelos módulos de faturamento, financeiro, recursos humanos, produção, materiais, controladoria, distribuição, vendas, estoques, etc.

MODELO TRADICIONAL x MODELO ERP

O modelo tradicional de sistemas de gestão é aquele onde cada módulo citado acima contém a sua própria base de dados, não havendo integração entre essas bases. Dessa forma, ocorre uma fragmentação e inconsistências de dados e informações, e desperdício muito grande de tempo para recuperação de informações.

No modelo ERP, existe uma base unificada de dados, fazendo com que aja integração entre os módulos (comunicação) e integridade dos dados. Assim, garante a tomada de decisões rápidas e criativas, e informações gerenciais consistentes.

ERP: ONTEM, HOJE E AMANHÃ

No início, os sistemas ERP eram compostos apenas pelos módulos de manufatura, materiais, distribuição, finanças, comércio exterior e recursos humanos. Porém, atualmente, essas soluções já contêm ferramentas de Customer Relationship Management (CRM), business intelligence (BI) e data warehouse (DW). Porém, fala-se muito que num futuro não muito distante os sistemas ERP serão ferramentas totalmente WEB com bases de dados virtuais podendo ser acessadas por qualquer computador, palm tops ou telefone celular em qualquer parte do mundo, dando também suporte ao comércio eletrônico.

Atualmente, existem dezenas de sistemas ERP no mercado voltados para as empresas de todos os portes (pequenas, médias e grandes empresas). SAP, Microsiga, RM sistemas, Datasul, Logocenter, Bann e Oracle (People Soft e JDEdwards) são as principais empresas fornecedoras de sistemas de soluções empresariais. No ano passado, vimos o maior grupo de desenvolvimento de sistemas TOTVS e proprietário do sistema Microsiga incorporando as empresas RM sistemas e Logocenter, deixando para trás a empresa SAP dentro da América Latina. Trata-se de um mercado muito concorrido, porém com margem sólida de crescimento, visto o grande número de pequenas e médias empresas que ainda não utilizam sistemas de gestão empresarial.

CONCLUSÃO

Os sistemas ERP além de proporcionar a integração dos dados e processos, transformando esses dados em informações gerenciais, são flexíveis, ou seja, permitem que suas funcionalidades sejam parametrizadas, permitem o crescimento modular integrando mais funcionalidades, permite o gerenciamento de mudanças de processos e podem ser realizadas customizações, o que significa que se a ferramenta padrão de ERP não atender a empresa completamente, é possível customizar algumas rotinas para atender os requisitos específicos da organização.

BIBLIOGRAFIA

Haberkorn, Ernesto. Teoria do ERP – Enterprise Resource Planning, São Paulo: Makron Books, 1999.
Haberkorn, Ernesto. Gestão Empresarial com ERP, São Paulo: 2006.
Apostila de Educação e Treinamento SAP Brasil – Team SAP Academy.

http://www.linhadecodigo.com.br/Artigo.aspx?id=1840

Estudar pra vários ou focar ?

February 2, 2008

Um interessante dilema de quem começa a vida de concurseiro é esse,o texto abaixo do CorreioWeb pode auxiliar alguns:

Para enfrentar concorrências cada vez maiores, com candidatos bem preparados, qual a melhor estratégia para ser aprovado em um concurso público? Eleger um e dedicar-se a ele com todo o afinco ou aumentar o leque de opções e participar de várias seleções?

Professores ouvidos pelo CorreioWeb divergem a respeito do peso da fidelidade na disputa por uma vaga. Para quem decidiu dar exclusividade a um órgão, a profundidade e a consistência da preparação despontam como a principal vantagem. Já quem aposta em mais de uma opção, tem mais oportunidades para chegar à aprovação.

Wilson Granjeiro, diretor presidente do OBCursos, aposta nos estudos direcionados. Contudo, o foco não deve ser um único órgão, mas sim um grupo de carreiras. Para ele, o potencial servidor deve eleger uma área de atuação, “com base nas afinidades pessoais e nas perspectivas profissionais envolvidas”. Assim, na opinião do professor, ele parte para cobrir todas as seleções neste nicho, aumentando as chances de passar.

“As carreiras podem ser agrupadas em áreas fiscais, legislativas, judiciárias, policiais etc. Dentro dos grupos, as seleções guardam muitas semelhanças nas matérias cobradas e nos conteúdos abordados. Quem estuda para o STJ (Superior Tribunal de Justiça), por exemplo, tem mais chances de entrar também no STF (Superior Tribunal Federal) do que quem vem de fora destas seleções”, cita.

Segundo Granjeiro, ainda são poucos os candidatos que se preocupam em estabelecer metas e estratégias durante a preparação para chegar ao emprego público. “Muita gente ainda age como o que chamo de ‘candidato promíscuo': segue para as seleções que oferecem maior número de vagas e salários mais atraentes, mesmo sem ter qualquer afinidade com aquela carreira”, avalia.

Além do risco de frustração profissional, a postura pode custar a aprovação em outras seleções. “A escolha de uma carreira no setor público, assim como na iniciativa privada, deve ser motivada pelas afinidades de cada um. Se alguém for forçado a estudar um assunto que não gosta, ou a se aprofundar em temas pelos quais não se interessa, certamente terá maior dificuldade de aprendizagem, se dedicará menos e terá menos chances de ser aprovado” argumenta.

Entretanto, Granjeiro não desencoraja os candidatos a participarem de outras seleções. “Durante o período de preparação, o concursando deve se inscrever em concursos realizados pela mesma organizadora como um treino, que certamente faz diferença na hora de fazer a prova que realmente se quer”, aconselha.

Do mais difícil para o mais fácil
O coordenador de concursos do Fortium, Cláudio Farag, recomenda uma estratégia diferente. Para ele, a melhor forma de chegar ao emprego público é nivelar-se por cima durante a preparação. “O candidato deve apostar em um concurso concorrido, com muitas matérias, para formar uma base ampla de conhecimento”, avalia.

De acordo com Farag, o nível de cobrança nas provas deixa poucas chances para quem tem conhecimentos apenas em “matérias básicas”, como Direito Constitucional, Direito Administrativo, Informática e Língua Portuguesa. “Quem está estudando para a Receita Federal, por exemplo, tem um leque de matérias mais amplo, que traz condições melhores de concorrer a qualquer outra seleção”, defende.

http://concursos3.correioweb.com.br/htmls/interna_noticia,id_sessao=2&id_noticia=21523/interna_noticia.shtml

Mate em um dragão em várias linguagens!

January 5, 2008

O texto não é meu mas achei interessante:

JAVA
Chega, encontra o dragão. Desenvolve um framework para aniquilamento
de dragões em múltiplas camadas.
Escreve vários artigos sobre o framework, mas não mata o dragão.

.NET
Chega, olha a idéia do Javanês e a copia, tenta matar o dragão, mas é
comido pelo réptil.

ASP
Os componentes necessários para levantar a espada são proprietários e
caros. Outros tantos componentes proprietários para achar a
localização do dragão, e mais outros tantos a localização da
princesa. Chama então seu amigo programador de PHP.

C
Chega, olha para o dragão com olhar de desprezo, puxa seu canivete,
degola o dragão. Encontra a princesa, mas a ignora para ver os
últimos checkins no cvs do kernel do linux.

C++
Cria um canivete básico e vai juntando funcionalidades até ter uma
espada complexa que apenas ele consegue entender … Mata o dragão,
mas trava no meio da ponte por causa dos memory leaks.

COBOL
Chega, olha o dragão, pensa que tá velho demais para conseguir matar
um bicho daquele tamanho e pegar a princesa e, então, vai embora de
volta ao seu
mundinho.

Pascal
Se prepara durante 10 anos para criar um sistema de aniquilamento de
dragão… Chegando lá descobre que o programa só aceita lagartixas
como entrada.

VB
Monta uma arma de destruição de dragões a partir de vários
componentes, parte pro pau pra cima do dragão e, na hora H, descobre
que a espada só funciona
durante noites chuvosas…

PL/SQL
Coleta dados de outros matadores de dragão, cria tabelas com N
relacionamentos de complexidade ternária, dados em 3 dimensões, OLAP,
demora 15 anos para processar a informação. Enquanto isso a princesa
virou lésbica.

PHP
Pesquisa bancos de scripts e acha as classes de construção de espada,
manuseio da espada, localização da princesa e dragão. Remenda tudo e
coloca umas firúlas próprias.
Mata o dragão e casa com a princesa. Como tudo foi feito com
gambiarras, o dragão um dia vai ressuscitar e comer os dois.

Ruby
Chega com uma p*t* fama, falando que é o melhor faz tudo, quando vai
enfrentar o dragão mostra um videozinho dele matando um dragão … O
dragão come ele de tédio.

Smalltalk
Chega, analisa o dragão e a princesa, vira as costas e vai embora,
pois eles são muito inferiores.

ASSEMBLY
Acha que está fazendo o mais certo e enxuto, porém troca um A por um
D, mata a princesa e transa com o dragão.

Shell
Cria uma arma poderosa para matar os dragões, mas na hora H, não se
lembra como usá-la.

Shell (2)
O cara chega no dragão com um script de 2 linhas que mata, corta,
stripa, pica em pedacinhos e empalha o bicho, mas na hora que ele
roda, o script aumenta,
engorda, enfurece e coloca álcool no fogo do dragão.

Fortran
Chega, desenvolve uma solução com 45000 linhas de código, mata o
dragão e vai ao encontro da princesa …
mas esta o chama de tiuzinho e sai correndo atrás do programador java
que era elegante e ficou rico.

FOX PRO
Desenvolve um sistema para matar o dragão, por fora é bonitinho e
funciona, mas por dentro está tudo remendado. Quando ele vai executar
o aniquilador de dragões lembra que esqueceu de indexar os DBF’s.

CLIPPER
Monta uma rotina que carrega um array de codeblocks para insultar o
dragão, cantar a princesa, carregar a espada para memória, moer o
dragão, limpar a sujeira, lascar leite condensado com morangos na
princesa gostosa, transar com a princesa, tomar banho, ligar o carro,
colocar gasolina e voltar pra casa. Na hora de rodar recebe um “Bound
Error: Array Access” e o dragão come ele com farinha.

ANALISTA DE PROCESSOS
Chega ao dragão com duas toneladas de documentação desenvolvida sobre
o processo de se matar um dragão genérico, desenvolve um fluxograma
super complexo para libertar a princesa e se casar com ela, convence
o dragão que aquilo vai ser bom pra ele e que não será doloroso. Ao
executar o processo ele estima o esforço (usando FPAs) e o tamanho do
estrago que isso vai causar, consegue o aval do papa, do Buda e do
Raul Seixas para o plano, e então compra 2 bombas nucleares, 45
canhões, 1 porta aviões, contrata 300 homens armados até os dentes,
quando na verdade necessitaria apenas da espada que estava na sua mão
o tempo todo.

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