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Estudar pra vários ou focar ?

February 2, 2008

Um interessante dilema de quem começa a vida de concurseiro é esse,o texto abaixo do CorreioWeb pode auxiliar alguns:

Para enfrentar concorrências cada vez maiores, com candidatos bem preparados, qual a melhor estratégia para ser aprovado em um concurso público? Eleger um e dedicar-se a ele com todo o afinco ou aumentar o leque de opções e participar de várias seleções?

Professores ouvidos pelo CorreioWeb divergem a respeito do peso da fidelidade na disputa por uma vaga. Para quem decidiu dar exclusividade a um órgão, a profundidade e a consistência da preparação despontam como a principal vantagem. Já quem aposta em mais de uma opção, tem mais oportunidades para chegar à aprovação.

Wilson Granjeiro, diretor presidente do OBCursos, aposta nos estudos direcionados. Contudo, o foco não deve ser um único órgão, mas sim um grupo de carreiras. Para ele, o potencial servidor deve eleger uma área de atuação, “com base nas afinidades pessoais e nas perspectivas profissionais envolvidas”. Assim, na opinião do professor, ele parte para cobrir todas as seleções neste nicho, aumentando as chances de passar.

“As carreiras podem ser agrupadas em áreas fiscais, legislativas, judiciárias, policiais etc. Dentro dos grupos, as seleções guardam muitas semelhanças nas matérias cobradas e nos conteúdos abordados. Quem estuda para o STJ (Superior Tribunal de Justiça), por exemplo, tem mais chances de entrar também no STF (Superior Tribunal Federal) do que quem vem de fora destas seleções”, cita.

Segundo Granjeiro, ainda são poucos os candidatos que se preocupam em estabelecer metas e estratégias durante a preparação para chegar ao emprego público. “Muita gente ainda age como o que chamo de ‘candidato promíscuo’: segue para as seleções que oferecem maior número de vagas e salários mais atraentes, mesmo sem ter qualquer afinidade com aquela carreira”, avalia.

Além do risco de frustração profissional, a postura pode custar a aprovação em outras seleções. “A escolha de uma carreira no setor público, assim como na iniciativa privada, deve ser motivada pelas afinidades de cada um. Se alguém for forçado a estudar um assunto que não gosta, ou a se aprofundar em temas pelos quais não se interessa, certamente terá maior dificuldade de aprendizagem, se dedicará menos e terá menos chances de ser aprovado” argumenta.

Entretanto, Granjeiro não desencoraja os candidatos a participarem de outras seleções. “Durante o período de preparação, o concursando deve se inscrever em concursos realizados pela mesma organizadora como um treino, que certamente faz diferença na hora de fazer a prova que realmente se quer”, aconselha.

Do mais difícil para o mais fácil
O coordenador de concursos do Fortium, Cláudio Farag, recomenda uma estratégia diferente. Para ele, a melhor forma de chegar ao emprego público é nivelar-se por cima durante a preparação. “O candidato deve apostar em um concurso concorrido, com muitas matérias, para formar uma base ampla de conhecimento”, avalia.

De acordo com Farag, o nível de cobrança nas provas deixa poucas chances para quem tem conhecimentos apenas em “matérias básicas”, como Direito Constitucional, Direito Administrativo, Informática e Língua Portuguesa. “Quem está estudando para a Receita Federal, por exemplo, tem um leque de matérias mais amplo, que traz condições melhores de concorrer a qualquer outra seleção”, defende.

http://concursos3.correioweb.com.br/htmls/interna_noticia,id_sessao=2&id_noticia=21523/interna_noticia.shtml

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